O desconhecido eu

 

Saudade de mim
Quando ria sem fim
A alegria fazia morada
E viver, era uma benção aproveitada.

Saudade da minha inocência
De minha alma plena
Sem nenhum resquício de maldade ou
do pecado que me envenena.

Saudade da minha criança
De boas lembranças
Das feridas rápidas curadas
E da contentação com o que tinha em casa.

Saudade do meu coração
Quando era inteiro
Sem cicatrizes ou medos.

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