Rouxinol – E. J. C. KING

 

Pela manhã abri a janela.
Por um tempo contemplei o raiar do sol.
A brisa da manhã tocava-me com suavidez.
Peguei-me pensando na vida outra vez.

Logo em minha frente voando passou um Rouxinol.
Pensei nele e em suas asas.
Em minha prisão, como elas me eram desejadas.
A liberdade era a mensagem carregada nelas.

A quem diga que é impossível a liberdade.
Pelo menos para quem possui ansiedade.
Para quem é refém de suas emoções, assim como eu.
Caminhamos sempre nos trilhos da calamidade.

Aos insensíveis, isso não passa de comodidade.
O que pode alguém dizer com autenticidade?
Sobre o que se passa dentro da alma de uma pessoa.
Que vive a luta entre a mente e o coração, e não se perdoa!

Rouxinol que em seu canto entoa o prazer de ser livre.
Se possível traz para mim um pouco de paz.
Vá ao futuro e para acalmar esse meu coração.
Traga-me algo que mostre que dessa prisão, sair é capaz.

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