Esperamos pela luz, mas contemplamos a escuridão.

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Ninguém entra em causa com justiça, ninguém faz defesa com integridade.

Apóiam-se em argumentos vazios e falam mentiras; concebem maldade e geram iniquidade.

Chocam ovos de cobra e tecem teias de aranha. Quem comer seus ovos morre, e de um ovo esmagado sai uma víbora.

Suas teias não servem de roupa; eles não conseguem cobrir-se com o que fazem. Suas obras são más, e atos de violência estão em suas mãos.

Seus pés correm para o mal, ágil em derramar sangue inocente. Seus pensamentos são maus; ruína e destruição marcam os seus caminhos.

Não conhecem o caminho da paz; não há justiça em suas veredas. Eles as transformaram em caminhos tortuosos; quem andar por eles não conhecerá a paz.

Por isso a justiça está longe de nós, e a retidão não nos alcança. Procuramos, mas é tudo trevas, buscamos claridade, mas andamos em sombras densas.

Como o cego, caminhamos apalpando o muro. Tateamos como quem não tem olhos. Ao meio-dia tropeçamos como se fosse noite; entre os fortes somos como os mortos.

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